Monthly Archives: Outubro 2015

Exúvia, gelo e morte: a arte de Rui Chafes depois do fim da arte

Evoquemos o choro de Hölderlin à beira do Neckar, quando os deuses recuam sem regresso. O luto do mundo. É isto o trabalho de Rui Chafes, um modo de traçar na paisagem – nessa paisagem esventrada que nos coube com o advento da modernidade, onde passariam a imperar sem negociação os «dark satanic mills» cunhados […]

Arrancar penas a um canto de cisne

Vinte anos a escrever. A poesia reunida. De frente para trás, do hipotético presente para o hipotético passado. Arrancar penas a um canto de cisne. Poesia 2015-1995. A capa reproduz uma imagem gentilmente cedida por Rui Chafes. O ensaio que serve de posfácio («Inventar a antiguidade do som mais antigo») é de Pedro Eiras. Deixo […]

Rui Chafes | Exúvia