Monthly Archives: Novembro 2015

Vazio

Não um sonho de morte, mas um tempo de espera, um sinal onde o vazio se diz e se recolhe.

Egeu

Civilização morta, fria, arrefecida. Nós, aleijões do fátuo, doentes do discurso, sempre prontos ao fio de arame que demarca o impuro, embarcados estamos. Pôr a cerca à volta da doutrina para que os porcos não entrem, essa será todo a política ainda, o embrião do que virá. Corre-se para a vida? O imperdoável desenha vagas. […]