Ficção Suprema

(2017) A noite imóvel, Lisboa, Assírio & Alvim.

500x

 

(2015) Arrancar penas a um canto de cisne. Poesia 2015-1995, Lisboa, Assírio & Alvim.

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[Vinte anos a escrever. A poesia reunida. De frente para trás, do hipotético presente para o hipotético passado. Arrancar penas a um canto de cisne. Poesia 2015-1995. A capa reproduz uma imagem gentilmente cedida por Rui Chafes. O ensaio que serve de posfácio («Inventar a antiguidade do som mais antigo») é de Pedro Eiras.]

(2014) O vidro, Lisboa, Assírio & Alvim.

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(2013) Depois da música, Lisboa, Tinta da China.

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(2011) Poesia revisitada (1995-2010), Rio de Janeiro, Sete Letras.

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(2010) Riscava a palavra dor no quadro negro, Lisboa, Livros Cotovia.

Riscava a palavra (2010)

(2008) Mais espesso que a água, Lisboa, Livros Cotovia.

Mais espesso que a água (2008)

(2008) Portugal, 0, 3, Rio de Janeiro, Oficina Raquel (poemas 1995-2008).

Portugal, 0

 

(2006) Canto onde, Lisboa, Livros Cotovia.

Canto_Onde (2006)

(2004) Duelo, Lisboa, Livros Cotovia.

Duelo (2004)

(2002) Angst, Lisboa, Livros Cotovia.

Angst

(2001) Verso antigo, Lisboa, Livros Cotovia.

(1999) Lamento, Lisboa, Livros Cotovia.

(1999) Umbria, Guimarães, Pedra Formosa.

(1995) A imprecisa melancolia, Barcelona, Lumen (tradução de Jordi Virallonga; edição bilingue português/espanhol).

Tradução

Wallace Stevens (2015) O homem da guitarra azul & outros poemas, Guilhotina (tradução, ensaio introdutório e notas).

William Jay Smith, «Três viagens de William Jay Smith»,  Relâmpago, «Poesia e viagem», 35, pp. 139-163.

Outras ficções

(2008) «A casa», Nada, 12, pp.125-7.

Sobre poesia

(2017) Sobre «Sopro». In Aguiar, Isabel, As mães da Síria, Lisboa, Licorne, pp. 9-12.

(2017) Sobre Senhor Roubado de Raquel Nobre Guerra, Colóquio Letras, 194, Janeiro/Abril, pp. 223-25.

(2015) Recensão crítica de Monstros antigos por Porfírio Silva (Lisboa, Esfera do Caos), Colóquio Letras, 190, Setembro/Dezembro, pp. 196-8.

(2014) «Assalto à ordem do mundo» (sobre Daniel Jonas), Relâmpago, «Poesia e morte», 34, Abril 2014, pp. 192-5.

(2014) Recensão de O nome negro por António Carlos Cortez (Lisboa, Relógio d’ Água, 2013), Colóquio Letras, 186, Maio-Agosto, pp. 227-30.

(2013) «Memória das coisas reunidas» (sobre Inês Fonseca Santos), Relâmpago, «O estado da poesia», 33, Outubro de 2013, pp. 179-82.

(2013) «Carcaças e plástico» (sobre Golgona Anghel), Relâmpago, «O estado da poesia», 33, Outubro de 2013, pp.172-74.

(2013) «Uma beleza feroz», Relâmpago, «O estado da poesia», 33, October 2013, pp. 71-2.

(2012) «A fulguração das ruínas» (sobre Manuel António Pina), Relâmpago, «Poesia e revolução», 29/30, Outubro de 2011/Abril de 2012, pp. 211-4.

(2012) «Muita coisa depende ainda de um carrinho de mão vermelho abandonado à chuva» (sobre João Luís Barreto Guimarães), Relâmpago, «Poesia e revolução», 29/30, Outubro de 2011/Abril de 2012, pp.203-5.

(2012) «Para a Relâmpago» (Bob Dylan), Relâmpago, «Poesia e revolução», 29/30, Outubro de 2011/Abril de 2012, p. 127-8.

(2012) «Atacar o espírito público (editorial)», Relâmpago, «Poesia e revolução», 29/30, Outubro de 2011/Abril de 2012, pp. 5-7.

(2012) Recensão de «E agora sei que oiço as coisas devagar: evocação e escuta de Daniel Faria» por Francisco Topa & Marco de Oliveira Marques (org.) (Porto, Sombra Pela Cintura, 2010), Colóquio Letras, 179, Janeiro-Abril, pp. 255-9.

(2010) «Um começo, talvez (ou sobre o género elegíaco)», Relâmpago, «Elegias», 27, Outubro, pp. 92-3.

(2010) «Severidade e derrisão» (sobre Eduardo Sterzi), Relâmpago, «Elegias», 27, Outubro, pp. 185-7.

(2010) «Quando os deuses eram famosos» (sobre Sophia), Relâmpago, «Elegias», 27, Outubro, pp. 194-7.

(2010) «Sem lugar» (sobre Maria Andreson), Relâmpago, «Mário Cesariny», 26, Abril, pp. 235-8.

(2009) «Editorial», Relâmpago, «Poesia e dinheiro», 25, Outubro, pp. 5-6.

(2009) «É o dinheiro uma espécie de poesia? Sobre Wallace Stevens», Relâmpago, «Poesia e dinheiro», 25, Outubro, pp. 93-8.

(2009) «Uma arte da leveza» (sobre Adília Lopes), Relâmpago, «Poesia e dinheiro», 25, Outubro, pp. 143-5.

(2009), «A mente é “o poço das imagens”» (sobre Pedro Eiras e Nuno Barros), Relâmpago, «David Mourão Ferreira», 24, Abril, pp. 217-9.

(2004) «Como se faz um poema?», Relâmpago, «Como se faz um poema?», 14, Abril, pp. 58-60.

(2003) «A infigurável realidade» (sobre José Alberto Oliveira), Relâmpago, «Alexandre O’ Neill», 13, Outubro, pp. 182-5.

(2003) «Procura-se o lugar onde se pode procurar melhor», Relâmpago, «Nova poesia portuguesa», 12, Abril, pp. 135-6.

(2002) «Sobre “Tabacaria” de Álvaro de Campos», in Osvaldo Manuel Silvestre e Pedro Serra (org.), Século de ouro: antologia crítica da poesia portuguesa do século XX, Braga, Coimbra, Lisboa, Angelus Novus & Livros Cotovia, pp. 326-9.

(1999) «Apresentação de um poeta», in Ivan Strpka, Planície, sudoeste e outros poemas (tradução colectiva, Mateus, Outubro), Lisboa, Quetzal, pp. 7-8.

(1998) «A poesia vai progressivamente contaminando o espaço público», Relâmpago, «O lugar da poesia», 2, Abril, pp. 39-40.

Algumas entrevistas

(2012) «O mundo já acabou, e agora o que fazer?» por Deyse dos Santos Moreira, Abril: revista do Núcleo de Estudos de Literatura Portuguesa e Africana da UFF, 4, 8, pp. 207-12.

(2011) «O caos do real. Entrevista com Luís Quintais» por António Carlos Cortez, Agio: revista de literatura, 1, pp. 119-25.

(2011) «Luís Quintais» por Ana Marques Gastão, O falar dos poetas, Porto, Edições Afrontamento, pp. 333-41.

(2010) «Entrevista com Luís Quintais» por Danilo Bueno, Revista Desassossego, 4.

(2008) «É a poesia linguagem, tão-só? Entrevista com Luís Quintais» por Virgínia Boechat, Metamorfoses, 9, Universidade Federal do Rio de Janeiro, pp. 241-6.

Algumas traduções na Web

(2010) Poems from the Portuguese  (Traduções para o inglês de Ana Hudson).

(2006) Poetry international web (Traduções para o inglês de Richard Zenith).

Prémios

(2017) Prémio Associação Portuguesa de Escritores (APE) / Teixeira de Pascoes para Arrancar penas a um canto de cisne.

(2016) Prémio António Ramos Rosa para O vidro.

(2015) Prémio Pen Club (poesia) para O vidro.

(2014) Prémio Literário Fundação Inês de Castro para O vidro.

(2005) Fundação Luís Miguel Nava para Duelo.

(2005) Prémio de poesia do Pen Clube português para Duelo.

(1995) Prémio de Aula de Poesia de Barcelona para A imprecisa melancolia.

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