Investigações

Livros

12189565_1043890225644578_8801626246081983096_nEm 2015 publiquei Exúvia, gelo e morte: a arte de Rui Chafes depois do fim da arte. Trata-se de um ensaio que procura tematizar algumas das linhas de força do trabalho do escultor, que se faz inscrever numa ordem temporal que subverte a cronicidade e a linearidade modernas, sem, porém, deixar de participar de aporias que são inequivocamente modernas. É uma edição de Sistema Solar/Documenta. As imagens foram escolhidas pelo artista. O livro foi publicado por ocasião da exposição «Exúvia» de Rui Chafes com curadoria de António Gonçalves em colaboração com a Galeria Filomena Soares, realizada na Galeria Ala da Frente, em Vila Nova de Famalicão, de 17 de Outubro a 23 de Janeiro de 2016.

 

 

Capa Luis Quintais_REV1 (1)Em 2015 publiquei Uma arte do degelo: a bio-arte e a tectónica do presente (Lajes do Pico, Companhia das Ilhas). O livro é uma reflexão sobre as implicações das biotecnologias no campo artístico. A bio-arte usa, como media, a vida, manipulando-a em laboratório, recontextualizando-a no espaço público, exigindo ponderação reflexiva. Os trabalhos que se fazem aí inscrever parecem sugerir uma perturbação profunda das fronteiras que opõem natureza a cultura, arte a ciência, estética a ética, conhecimento a poder. Para lá da perturbação, a discussão encetada pretende levantar a hipótese de que o que está em jogo aqui se prende com a possibilidade desta forma de arte estar tão-só a solicitar, de todos nós, uma leitura mais atenta e mais participada do território dos especialistas ou oficiantes de laboratório. É não tanto a arte que é, através da bio-arte, objecto de uma torção crítica ou reflexiva (como se fosse ainda possível fazê-lo em arte após as aventuras e derivas que o século XX, em particular, nos ofereceu), mas a tecno-ciência na sua relação com a pólis. Não é a arte que se torna perigosa ao cooptar as biotecnologias de última vaga. É antes esse mundo híbrido que a tecno-ciência instaura que reclama tal perigo.

Em 2013 publiquei Mestres da verdade invisível no arquivo da psiquiatria forense portuguesa (Coimbra, Imprensa da Universidade de Coimbra) Trata-se de uma versão amplamente revista da minha tese de doutoramento, defendida em 2006. O estudo resulta de uma investigação no arquivo da psiquiatria forense portuguesa na transição do século XIX, e tem por objectivo principal analisar a emergência e a consolidação das práticas psiquiátricas forenses em Portugal. Mostro ao longo deste livro que a inflexão antropológica, sendo uma das mais importantes propriedades dos sistemas de atribuição de responsabilidade, foi uma realização de um novo dispositivo epistemológico e jurídico destinado a articular eficazmente lei e psiquiatria. Apoio-me numa estratégia metodológica inspirada na perspectiva arqueológica-genealógica identificada por Michel Foucault. Entendo este meu estudo como um contributo para a história euro-americana das práticas biomédicas e forenses e para a compreensão da modernidade biopolítica. Contém ainda um epílogo onde situo as linhas de força do argumento, contextualizando este Mestres da verdade invisível por relação com o trabalho que já havia desenvolvido antes e com aquele que fui desenvolvendo entretanto. Um dos meus projectos recentes, que se prende com aquilo a que chamo de uma «ontologia histórica do cérebro» é aí esboçado, seguindo pistas de leitura que vão de Foucault, mais uma vez, a Ian Hacking e Paul Rabinow. O prefácio é da autoria de Jorge Costa Santos. A extraordinária fotografia da capa é da autoria de Emanuel Brás, notável artista e amigo. Trata-se de uma representação de uma porta de uma cela do panóptico do Hospital de Conde Ferreira, o segundo hospital psiquiátrico a ser inaugurado em Portugal (1883). Escrevi sobre esta foto num artigo publicado na revista Etnográfica (2006, número especial, pp. 77-8).

Em 2009 publiquei Cultura e cognição (Coimbra, Angelus Novus). Trata-se de uma introdução a um problema recorrente na história da antropologia. É também, em alguns dos seus pontos mais decisivos, uma crítica a muitas das proclamações mais exuberantes e ambiciosas dos cognitivistas. Refiro-me à ideia – uma má ideia, diga-se – de que cultura é um processo que depende de uma configuração do sistema mente/cérebro como computador. Aconselho a leitura de uma entrevista comigo aqui, aquando do lançamento do livro, onde tento esclarecer o que penso sobre isto. Muito do que pretendo desenvolver em torno deste tópico, parte de algumas das propostas finais em que exploro formulações das neurociências cognitivas (em particular aquelas que nos são sugeridas pelo trabalho de Gerald Edelman) e suas implicações para o entendimento do que é a «cultura». A minha intenção é fazer aliar o «darwinismo neuronal» de Edelman às «máquinas» de Deleuze/Guattari e às «taskscapes» de Tim Ingold.

Em 2006 publiquei Franz Piechowski ou a analítica do arquivo: ensaio sobre o visível e o invisível na psiquiatria forense (Lisboa, Livros Cotovia). Este trabalho é fundamentalmente uma antropologia histórica do arquivo. De forma muito geertziana, proponho-me aí exumar a fenomenologia da psiquiatria forense na transição do século XIX para o século XX, usando para tal um estudo de caso clássico assinado por um dos psiquiatras mais destacados do período, Sobral Cid. O livro é também uma construção híbrida entre a ficção e o ensaio. É minha convicção de que a ficção e o ensaio são dois dos dispositivos mais decisivos de descoberta e de criação (de invenção, se quisermos) do mundo e que devem ser tomados como contíguos, mutuamente fertilizadores e proliferantes. De algum modo, a antropologia, na sua vertente etnográfica, nunca lidou senão com outra coisa: com o potencial cognitivo da ficção e do ensaio. Será, estou em crer, um dos poucos domínios de investigação académica onde isso aconteceu. É minha convicção também que a antropologia é uma parte importante da instituição literária (o único lugar, no Ocidente, em que tudo pode ser dito), e que a sua relativa falência no mundo contemporâneo se prende com a falência das humanidades e seus espaços de eleição e liberdade. Daí também a importância política da antropologia e das humanidades no seu conjunto nesse espaço hipotecado (por forças e poderes que lhe são alheios) que é a Universidade. No seu experimentalismo e nas suas extraordinárias derivas poéticas, a antropologia-cum-etnografia é para mim literatura, disse. Malinowski, Lévi-Strauss e Leiris são, como se sabe, próximos de Conrad, Kafka ou Benjamin.

As guerras colonias portuguesas e a invenção da históriaEm 2000 publiquei As guerras coloniais portuguesas e a invenção da história: memória e trauma numa unidade psiquiátrica (Lisboa, Edições do Instituto de Ciências Sociais). Esta foi a minha primeira tentativa de fazer uma etnografia e antropologia crítica da ciência. Trata-se de um estudo sobre o distúrbio de stress pós-traumático e sobre as políticas da memória, tomando-se para tal um contexto muito específico: as guerras coloniais portuguesas e as experiências de veteranos contadas e interpretadas numa unidade psiquiátrica. Num tempo em que a memória se tornou um aspecto absolutamente incontornável da definição do presente, talvez seja interessante voltar a este texto que foi escrito a partir de trabalho de terreno realizado no século passado (na década de noventa do século XX) num hospital psiquiátrico de Lisboa. Se toda a etnografia é também «arte da evocação» (como nos diz Stephen Tylor), fazer uma etnografia sobre a memória tem implicações reflexivas sobre a própria natureza do trabalho etnográfico que mereciam ter sido exploradas e que deixei, consciente ou inconscientemente, em aberto.

Artigos

#1 Sobre arte e arquitectura

(2015) «Um lance de dados jamais abolirá o acaso» [a propósito de Marcel Broodthaers, exposição homónima realizada na Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra], anozero’15 | Um lance de dados | Textos e ensaios, Coimbra, CAPC – Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Universidade de Coimbra, Câmara Municipal de Coimbra, pp. 179-185.

(2015) «Sobre a Duração» [a propósito de «Família» de Rui Chafes e Pedro Costa, Exposição realizada no Criptopórtico Aeminium do Museu Machado de Castro de Coimbra], anozero’15 | Um lance de dados | Textos e ensaios, Coimbra, CAPC – Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Universidade de Coimbra, Câmara Municipal de Coimbra, pp. 139-147.

(2015) «Une singularité élégiaque: Rui Chafes ou le plus sombre paysage», in Paolo Néné et Sarah Carmo (dir.), Des jardins autres, Paris, Archives Karéline, pp. 155-73.

(2014) «A mais escura paisagem», Nada, 18, pp. 169-80.

(2014) «A pura aguda lâmina de Pier Paolo Pasolini», Libretos, 7, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, pp. 5-14.

(2013), «A explosão-catástrofe das imagens», in Sandra Xavier & Paulo Providência (org.), Leprosaria Nacional: modernidade e ruína no Hospital-Colónia Rovisco Pais. Porto: Dafne, pp. 207-21.

(2012) «Do invisível: sobre “A face interior” de Rui Chafes», folha de sala, ciclo Santa Cruz, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC),  Coimbra.

(2012) «Tornar visível a interferência: sobre Emergências de Marta de Menezes», in Emergências: exposição de arte contemporânea experimental, Guimarães, Guimarães Capital da Cultura, pp. 34-9.

(2011) Recensão de Da teoria de arquitectura: doze ensaios por Georges Teyssot (Lisboa & Coimbra, Edições 70 & Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, 2010), Revista Crítica de Ciências Sociais, 91, pp. 276-9.

(2011) «O pesadelo da história: sobre um texto de James Holston», Joelho, 2, («Intersecções: antropologia e arquitectura»), pp. 125-7.

(2010) «A selva dentro da selva: porque é que as neurociências cognitivas não explicam a arte ou só a explicam parcialmente?», Nada, 14, pp. 37-43.

(2010) «A oficina da memória: algumas anotações sobre Chris Marker e o seu projecto Immemory» (com Ana Pires Quintais), Avanca | Cinema: conferência internacional de cinema, tomo I, Edições Cine-clube de Avanca, pp. 217-23.

(2009) «A ekphrasis como meta-representação», Relâmpago, 23pp. 94-6.

(2008) «Arquitectura e poesia: excurso em torno de Siza», in ECDJ, publicação periódica do do Departamento de Arquitectura da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, 11, pp. 36-41.

(2006) «Fazer o lugar: a antropologia e a arquitectura em diálogo», NU, 26, pp. 40-1.

(2006) Comentário sobre uma fotografia de Emanuel Brás, Etnográfica: revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, número especial, pp. 77-8.

(2004) «Origem, diagrama, ruína», in Luzboa, a arte da luz em Lisboa, Lisboa, Extra]muros[, p. 142.

(2004) «World Trade Center Memorial (Ground Zero, NY)» (with Atelier do Corvo), Jornal arquitectos: publicação trimestral do centro editor livreiro da Ordem dos Arquitectos, Janeiro-Fevereiro-Março, 214, pp. 24-7.

(1997) «Memoriais da indeterminação do mundo: a colecção de ex-votos do museu antropológico de Coimbra», in Milagre q fez, Museu Antropológico, Universidade de Coimbra, Coimbra, pp.15-31.

# 2 Sobre bioarte e biotecnologias

(2013) «A bioarte e a mão invisível da ciência: violência, iconoclash e bioclash em Decon de Marta de Menezes», in António Sousa Ribeiro (org.), Representações da violência, Coimbra, Almedina / Centro de Estudo Sociais (CES), pp. 161-9.

(2009) «Through a name: “Proteic portrait” de Marta de Menezes», in Marta de Menezes, Proteic portrait: um projecto por Marta de Menezes, Extremadura / Badajoz, MEIAC, Museu Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, pp. 93-109.

(2009) «Petit think tank # 1: after the laboratory» (com Inês Moreira, Marta de Menezes, João Urbano, Aida Castro, e Joana Costa), in Marta de Menezes, Decon: deconstruction, decontamination, decomposition, Oeiras, Lisboa, Ectopia – Instituto Gulbenkian de Ciência / Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 83-119.

(2009) «Mondrian, Derrida, and the biotechnologies», in Marta de Menezes, Decon: deconstruction, decontamination, decomposition, Oeiras, Lisboa, Ectopia – Instituto Gulbenkian de Ciência / Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 56-63.

(2008) «Metamorfose, tecno-selecção, encantamento: sobre “Nature?” de Marta de Menezes», Nada, 12, pp.17-23.

(2007) «Fluidez tectónica: as bio-tecno-ciências, a bio-arte, e a paisagem cognitiva do presente», Revista crítica de ciências sociais, 79, pp. 79-94.

(2007) «Clareira, combate, selecção», in Peter Sloterdijk, Regras para o parque humano, Coimbra, Angelus Novus, pp. 8-17.

# 3 Sobre ciência e corpo

(2014), «Do regresso de Caliban», in Paulo Bernarschina, Catarina Pires & Emanuel Araujo (org.), Da cartografia do poder aos itinerários do saber, Coimbra & São Paulo, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra / Museu Afro Brasil, pp. 91-2.

(2009) Recensão de The body multiple: ontology in medical practice por Annemarie Mol (Durham, Duke University Press, 2002), Antropologia portuguesa, 24-5, 2007-08, pp. 191-7.

(2008) Recensão de La mesure des sens: les anthropologues et le corps humain au xixsiècle por Nélia Dias (Paris, Aubier, 2004), Etnográfica: revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, 12, 1, pp. 269-72.

(2001) «Modernidade e pesadelo: um ensaio sobre ciência, localização cerebral e economia explicativa», Antropologia portuguesa, 18, pp. 207-31.

(2000) Recensão de O lugar do corpo: elementos para uma cartografia fractal por Paulo Cunha e Silva (Lisboa, Instituto Piaget, 1999), Le monde diplomatique, 2, 17, p. 20.

(1997) Recensão de Corpo presente: treze reflexões antropológicas sobre o corpo por Miguel Vale de Almeida (ed.) (Lisboa, Celta, 1996), Etnográfica: revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, 1, 1, pp.163-4.

# 3 Sobre cognição e cultura

(2009) «Kant na noite do Ártico: a teoria da mente de Claude Lévi-Strauss», Antropologia portuguesa, 24-5, 2007-08, pp. 37-46.

(2007) Entrevista a Christophe Heintz, Antropologia portuguesa, 22-3, 2005-06, pp. 321-7.

(2007) Recensão de The robot’s rebellion: finding meaning in the age of Darwin por Keith E. Stanovich (Chicago & London, The University of Chicago Press, 2004), Antropologia portuguesa, 22-3, pp. 355-60.

# 4 Sobre conhecimento psiquiátrico

(2008) «Torrent of madmen: the language of degeneration in Portuguese psychiatry at the close of 19th century», História Ciências Saúde Manguinhos, 15, 2, pp. 353-69.

(2007) «A morte do sentido: as experiências traumáticas de guerra e os limites do humano», Antropologia portuguesa, 22-3, pp. 41-9.

(2002) «O Teatro da destruição e da verdade e a psiquiatria Portuguesa na transição do século XIX», Revista de história das ideias, 23, pp. 365-87.

(2001) «Medicalização da experiência e intencionalidade: a aceitação de uma nosologia como motivo e justificação da história», Etnográfica: revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, 5, 2, pp. 325-34.

(2001) «How to speak. How to remember: post-traumatic stress disorder and the Portuguese colonial wars (1961-1974)», Journal of romance studies, 1, 3, pp. 85-101.

(2000) «Trauma e memória: um exercício etnográfico», Etnográfica: revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, 4, 1, pp. 61-88.

(2000) «Liminaridade e metamorfose: uma reflexão antropológica sobre uma desordem psiquiátrica», Análise social, 34, 153, pp. 985-1005.

(2000) «Memória e trauma numa unidade psiquiátrica», Análise social, 34, 151-152, pp. 673-84.

(1998) «Um homem escondido dentro do homem inexistente», Etnográfica: revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, 2, 1, pp. 55-72.

(1997) Recensão de Rewriting the Soul: multiple personality and the sciences of memory por Ian Hacking (Princeton, Princeton UP, 1995) e de The harmony of illusions: inventing post-traumatic stress disorder por Allan Young (Princeton, Princeton UP), Etnográfica: revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, 1, 1, pp.161-3.

# 5 Sobre escritas etnográficas e outras escritas

(2015) Recensão de Lei Seca. Diários 2009-2012 por Pedro Mexia (Lisboa, Tinta da China, 2014), Colóquio Letras, 190. Setembro/Dezembro, pp. 234-7.

(2014) «A kind of prudence», Religion and society, volume 5 (dedicado ao trabalho de Gananath Obeyesekere), pp. 16-9.

(2014) Recensão de A cura por Pedro Eiras (Vila do Conde, Quidnovi, 2013), Colóquio Letras, 185, Janeiro/ Abril, pp. 238-42.

(2013) «Camões, Montaigne e a sensibilidade antropológica moderna», Colóquio letras, 182, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 9-18

(2012) «Do canto: uma leitura de Songlines de Bruce Chatwin», Revista de história das ideias, vol. 33, pp. 47-55.

(2012) «Stirrings still ou a apoteose da solidão», Nada, 16, pp. 171-5.

(2009) Entrevista a Renato Rosaldo, Antropologia portuguesa, 24-5, 2007-08, pp. 185-8.

(2009) «Acidente e simulação em JG Ballard: notas sobre e a partir de Crash», Nada, 13, pp. 17-23.

(2008) «Escolher o deserto», Dei-me portanto a um exaustivo labor, Ciclo Ruy Duarte de Carvalho, 11/17 Fevereiro, Centro Cultural de Belém, p. 8 (número especial sobre Ruy Duarte de Carvalho).

(2007) Recensão de Cannibal talk: the man-eating myth and human sacrifice in the South Seas por Gananath Obeyesekere (Berkeley, Los Angeles & London: University of Califórnia Press, 2005), Anthropological theory, 7, 2, pp. 254-8.

(2006) «O rinoceronte ou o Ruy como o vejo», Sete palcos, 5, Julho,  pp. 16-8.

(2006) «Tecno-totemismo em Philip K. Dick: sobre Do androids dream of electric sheep?», in Pedro Serra (ed.), Modernidade e primitivismo, Centro de Literatura Portuguesa, Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra, Coimbra, pp. 145-59.

(2006)  «Nigel Barley entre dois rios», in Nigel Barley, O antropólogo inocente, Lisboa, Fenda, pp. 9-12.

(2005) «O visível e o invisível em Paulo Valverde», Antropologia portuguesa, 20-21, pp. 3-9.

(2000) Recensão de Vou lá visitar pastores: exploração epistolar de um percurso angolano em território Kuvale por Ruy Duarte de Carvalho (Lisboa, Livros Cotovia, 1999), Etnográfica: revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, 4, 1, pp. 204-6.

(2000) «Ruy Duarte de Carvalho ou a poética da identidade: algumas considerações a partir de Observação directa», Colóquio letras, 157-8, pp. 362-7.

(2000) Recensão de Um islão prático: o quotidiano feminino em meio popular muçulmano por Maria Cardeira da Silva (Oeiras, Celta, 1999), Le monde diplomatique, 2, 15, p. 22.

(1999) «Lendo The regeneration trilogy de Pat Barker», Etnográfica: revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, 3, 2, pp. 437-46.

# 6 Outros

(2013) «Húmus», in Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto (ed.), Cunhal | Cem anos | 100 palavras, Porto, AJHLP, p. 61.

(2006) «Luz e matéria», in Paulo Gama (ed.), Museu da ciência / luz e matéria (catálogo), Universidade de Coimbra, Coimbra, pp. 18-9.

(2006) Recensão de Vitrinas muito iluminadas por Vítor Oliveira Jorge (Porto, Campo das Letras, 2005), Trabalhos de antropologia e etnologia, 46, 1-4, pp. 223-6.

(2002) Recensão de Modernity and the holocaust por Zygmunt Bauman (NY, Ithaca, Cornell UP, 2000 [1989]), Etnográfica: revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, 6, 2, pp. 393-5.

(2000) Recensão de Language and solitude: Wittgenstein, Malinowski and the Habsburg dilemma por Ernest Gellner (Cambridge, Cambridge UP, 1998), Etnográfica: revista do Centro de Estudos de Antropologia Social, 4, 2, pp. 391-2.

Prémios

(1999) Prémio CES (Centro de Estudos Sociais) para Jovens Cientistas Sociais de Língua Portuguesa.

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